
expressão visual por Frederico Fonseca
Nas sombras
Sempre na sombras
Onde se guardam as horas
E se aguardam as memórias
Na cidade que falece
Corpo semiaberto
Na esperança de um colosso
À porta entreaberta
Sonha-se essência
Nos limites do silêncio
Seres que se fazem cegos
Na angústia da vastidão
Aí, o que nos precede
O que nos ultrapassa
Fará parte do processo
O que é nem uma coisa nem outra
É terra de ninguém
Mário Lisboa Duarte
devaneios musicais por Mesnitu, na esperança de que o fruto de um reencontro possa gerar muitos outros. Na confluência. Sempre na confluência.
